CIRURGIA PLÁSTICA · ABDÔMEN · PORTO ALEGRE
Cirurgia Plástica do Abdômen em Porto Alegre
A cirurgia plástica do abdômen pode tratar excesso de pele, flacidez, alterações do contorno e, em casos selecionados, diástase dos músculos retos. No Instituto Green, a Dra. Aline Wurzius realiza avaliação individualizada para definir entre abdominoplastia, miniabdominoplastia, lipoaspiração, lipoescultura, MILA e outras estratégias adequadas ao caso.
Atualizado em 31 de outubro de 2026.
O que a cirurgia plástica do abdômen pode tratar?
A avaliação do abdômen considera pele, gordura, cicatrizes, musculatura e contorno da parede abdominal. As alterações podem surgir após gestação, variações de peso, grande perda ponderal, cirurgias prévias ou características individuais dos tecidos. O procedimento é escolhido de acordo com o que realmente precisa ser corrigido.
Quem realiza a avaliação no Instituto Green?
A avaliação é realizada pela Dra. Aline Wurzius, cirurgiã plástica em Porto Alegre, CRM-RS 46711 e RQE 44613 em Cirurgia Plástica. Na consulta, ela analisa a distribuição de pele e gordura, cicatrizes, flacidez, contorno, presença de diástase e sinais que possam exigir investigação da parede abdominal.
Abdominoplastia
A abdominoplastia é uma das possibilidades para tratar excesso de pele e flacidez abdominal quando a avaliação identifica indicação cirúrgica. O planejamento considera extensão do excesso cutâneo, posição das cicatrizes, qualidade dos tecidos, contorno do tronco e necessidade de tratar alterações associadas.
Plicatura dos músculos retos
Quando existe diástase, a abdominoplastia costuma incluir a plicatura: uma sutura que aproxima os músculos retos do abdome afastados, feita no mesmo procedimento em que o excesso de pele é retirado. Assim, a musculatura e a pele são tratadas juntas.
Quando há pouco excesso de pele, a diástase pode ser corrigida sem abdominoplastia, por técnica minimamente invasiva com o Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde. Entenda as diferenças em Diástase: correção com ou sem abdominoplastia?
Miniabdominoplastia
A miniabdominoplastia pode ser considerada quando a alteração está mais concentrada na parte inferior do abdômen e a extensão da correção necessária é menor. A indicação depende da distribuição do excesso de pele, da musculatura e do contorno abdominal, e não apenas do desejo de uma cicatriz menor.
Lipoaspiração e lipoescultura do abdômen
A lipoaspiração pode ser utilizada para tratar depósitos localizados de gordura e melhorar o contorno quando há indicação. A lipoescultura amplia esse planejamento ao considerar a relação entre as áreas tratadas e a distribuição de volume, buscando trabalhar proporções corporais de forma integrada.
O que é a técnica MILA?
Na apresentação da MILA pela Dra. Aline, a abordagem associa lipoaspiração, tecnologias de retração da pele e laparoscopia. A composição do procedimento é definida em consulta: o nome da técnica, por si só, não determina quais etapas serão indicadas nem permite antecipar cicatrizes, riscos ou tempo de recuperação.
A Dra. Aline atua com MILA — Lipoabdominoplastia Minimamente Invasiva — como uma das técnicas possíveis no planejamento abdominal. A indicação depende da anatomia, da quantidade e distribuição dos tecidos, da presença de flacidez e dos objetivos cirúrgicos definidos na avaliação.
Como a MILA se relaciona à parede abdominal?
O planejamento do abdômen não considera apenas pele e gordura. Quando há diástase ou suspeita de hérnia, a parede abdominal também precisa ser avaliada. Essas alterações podem mudar a estratégia cirúrgica e determinar se o caso pode ser conduzido apenas pela Cirurgia Plástica ou se outra especialidade deve participar.
Diástase abdominal no contexto da Cirurgia Plástica
Referência científica externa — diástase. O artigo discute a correção robótica da diástase e a possibilidade de procedimentos plásticos complementares. Também ressalta que o reparo isolado pode ser insuficiente quando há excesso importante de pele. Fonte: Morrell et al. Uma mudança de paradigma na cirurgia de diástase abdominal: a Cirurgia Robótica na linha do biquíni. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, 2025;52. DOI: 10.1590/0100-6991e-20243846.
A diástase abdominal é o afastamento dos músculos retos do abdômen e pode coexistir com flacidez ou excesso de pele. Na Cirurgia Plástica, sua presença é considerada durante o planejamento do abdômen, especialmente quando o objetivo é tratar simultaneamente o contorno e a estrutura muscular.
E quando existe hérnia abdominal?
Hérnias umbilicais, incisionais ou outras alterações da parede abdominal exigem avaliação específica porque não são apenas uma questão de contorno. Quando uma hérnia está presente, é necessário definir a melhor forma de integrar o tratamento da parede abdominal ao planejamento plástico.
No Instituto Green, casos selecionados podem ser discutidos em conjunto com o Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde, que atua em hérnias e parede abdominal. A decisão sobre correção conjunta ou em etapas depende do diagnóstico e das condições individuais.
Cirurgia do abdômen após grande perda de peso
Após grande perda de peso, o abdômen pode apresentar excesso cutâneo mais amplo, flacidez e alterações que se conectam ao restante do contorno corporal. Nesses casos, a avaliação pode fazer parte de um planejamento pós-bariátrico mais abrangente, incluindo outras regiões como mamas, braços e coxas.
É possível combinar cirurgia abdominal com outros procedimentos?
Sim, procedimentos podem ser combinados em casos selecionados, mas a associação não é automática. A decisão considera extensão das cirurgias, tempo operatório, condições clínicas, recuperação e prioridades do paciente. Quando necessário, o tratamento pode ser organizado em etapas.
Como é feita a avaliação antes da cirurgia?
A consulta considera histórico de saúde, cirurgias anteriores, variações de peso, cicatrizes, uso de medicamentos, rotina, qualidade da pele, distribuição de gordura e condição da musculatura abdominal. Quando há sinais de diástase ou hérnia, a investigação da parede abdominal passa a fazer parte do planejamento.
Como é a recuperação após cirurgia plástica do abdômen?
A recuperação varia conforme a técnica e a extensão do procedimento. O planejamento inclui orientações sobre movimentação, cuidados com cicatrizes, uso de peças compressivas quando indicadas, retornos e retomada progressiva das atividades. Procedimentos associados podem exigir uma recuperação mais longa e acompanhamento mais próximo.
Cirurgia plástica do abdômen no Instituto Green
No Instituto Green, a cirurgia plástica do abdômen faz parte da atuação da Dra. Aline Wurzius e se conecta ao núcleo de contorno corporal, cirurgia pós-bariátrica e avaliação de alterações da parede abdominal. Quando o caso envolve diástase ou hérnia, o planejamento pode integrar outras competências cirúrgicas conforme a necessidade.
Instituto Green · Av. Dr. Nilo Peçanha, 2800, sala 1201 · Chácara das Pedras · Porto Alegre — RS · CEP 91330-000
Perguntas frequentes sobre cirurgia plástica do abdômen
A abdominoplastia corrige a diástase?
Pode corrigir. Quando há diástase, a abdominoplastia costuma incluir a plicatura dos músculos retos, que aproxima a musculatura afastada no mesmo procedimento em que o excesso de pele é retirado. Com pouco excesso de pele, a correção sem abdominoplastia, por técnica minimamente invasiva, também pode ser discutida.
Qual é a diferença entre abdominoplastia e miniabdominoplastia?
A diferença depende principalmente da extensão e localização das alterações. A abdominoplastia é indicada quando o tratamento precisa ser mais amplo; a miniabdominoplastia pode ser considerada quando a alteração está mais concentrada na região inferior do abdômen. A indicação é individual.
Lipoaspiração substitui a abdominoplastia?
Não necessariamente. A lipoaspiração atua principalmente sobre depósitos de gordura, enquanto a abdominoplastia trata excesso de pele e outras alterações do abdômen. Em alguns casos, técnicas podem ser associadas.
A Dra. Aline realiza MILA?
Sim. A Dra. Aline atua com MILA — Lipoabdominoplastia Minimamente Invasiva — dentro do planejamento da cirurgia plástica abdominal, conforme a indicação individual.
Diástase pode ser tratada junto com cirurgia plástica do abdômen?
Sim. A diástase pode fazer parte do planejamento abdominal quando há indicação. A técnica depende do grau da alteração, da anatomia e das demais características do caso.
E se houver hérnia junto com diástase ou excesso de pele?
A presença de hérnia exige avaliação da parede abdominal. Em casos selecionados no Instituto Green, o planejamento pode envolver também o Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde.
Cirurgia abdominal pode fazer parte de um tratamento pós-bariátrico?
Sim. Após grande perda de peso, o abdômen pode ser uma das regiões incluídas no planejamento de cirurgia plástica pós-bariátrica, isoladamente ou junto a outras áreas.
É possível combinar cirurgia do abdômen com cirurgia das mamas?
Em casos selecionados, procedimentos podem ser associados. A decisão depende da extensão das cirurgias, das condições clínicas, da recuperação e das prioridades da paciente.
Onde é feita a avaliação em Porto Alegre?
A avaliação é realizada no Instituto Green, na Av. Dr. Nilo Peçanha, 2800, sala 1201, Chácara das Pedras, Porto Alegre — RS, CEP 91330-000.
Cuidado integrado · Instituto Green
Parede abdominal e Cirurgia Plástica no mesmo planejamento
Quando excesso de pele, alteração de contorno, diástase ou hérnia coexistem, a Dra. Aline e o Dr. Luiz integram suas avaliações no Instituto Green. A participação de cada profissional é definida antes da cirurgia, incluindo a decisão entre um procedimento combinado e um tratamento em etapas.
Avaliação e escuta
A consulta reúne queixa, histórico e objetivos. Entenda como funciona a avaliação cirúrgica no Green.
Planejamento entre as áreas
A estratégia relaciona diástase, hérnias e contorno, com técnicas escolhidas para o diagnóstico de cada caso.
Continuidade do atendimento
O cuidado continua após o procedimento, com orientações e retornos conforme o caso. Conheça o acompanhamento pós-operatório.
Profissional e vínculo institucional
Dra. Aline Wurzius · CRM-RS 46711 · RQE 44613 — Cirurgia Plástica. Consulte a formação documentada e conheça a equipe do Instituto Green.
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