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Política de Acessibilidade Digital | Instituto Green

Instituto Green · Acesso Digital

Política de Acessibilidade Digital

O Instituto Green busca tornar seu ambiente digital compreensível, navegável e utilizável pelo maior número possível de pessoas, inclusive por usuários que utilizam tecnologias assistivas.

Última atualização: 25 de setembro de 2026

Compromisso. A acessibilidade é tratada como requisito de qualidade do site, não como recurso isolado. Estrutura semântica, contraste, navegação por teclado, textos alternativos e clareza de conteúdo devem ser considerados durante desenvolvimento, publicação e manutenção.

1. Objetivo

Esta política descreve os princípios adotados pelo Instituto Green para ampliar a acessibilidade de seu site e estabelece um canal para comunicação de barreiras encontradas pelos usuários.

O objetivo é promover acesso às informações institucionais e educativas em saúde sem criar obstáculos digitais desnecessários em razão de deficiência, tecnologia assistiva, dispositivo utilizado ou forma de interação.

2. Referências de acessibilidade

O desenvolvimento e a evolução do site buscarão observar boas práticas reconhecidas de acessibilidade para conteúdo web, incluindo as Web Content Accessibility Guidelines (WCAG), além dos requisitos legais brasileiros aplicáveis.

A referência técnica não significa declaração automática de conformidade integral. O nível efetivamente alcançado depende da implementação, dos componentes utilizados, do conteúdo publicado e de verificações periódicas.

3. Estrutura semântica

As páginas devem utilizar HTML semântico e hierarquia coerente de títulos, regiões, links, botões, formulários e demais componentes. Elementos interativos devem ser implementados de acordo com sua função real, evitando substituir controles nativos por elementos que prejudiquem teclado ou tecnologias assistivas.

Quando atributos ARIA forem necessários, eles deverão complementar a semântica e não mascarar uma estrutura HTML inadequada.

4. Navegação por teclado

As funcionalidades essenciais devem ser acessíveis sem dependência exclusiva de mouse ou gestos de toque. A ordem de foco deve acompanhar uma sequência lógica e os elementos interativos devem apresentar indicação perceptível de foco.

Menus, acordeões, formulários, carrosséis e outros componentes interativos deverão ser avaliados também sob a perspectiva de navegação por teclado.

5. Contraste, tipografia e legibilidade

A identidade visual do Instituto Green utiliza tons de verde, branco mineral e cores de apoio. A aplicação dessas cores no ambiente digital deve preservar contraste suficiente entre texto, fundo, controles e estados interativos.

O site buscará utilizar tamanhos de texto legíveis, espaçamento adequado, hierarquia visual consistente e layouts capazes de responder ao aumento de texto e a diferentes dimensões de tela sem perda desnecessária de conteúdo ou funcionalidade.

6. Imagens e conteúdo não textual

Imagens que transmitam informação relevante deverão possuir alternativa textual adequada ao seu propósito. Imagens meramente decorativas deverão ser implementadas de modo a não adicionar ruído desnecessário à experiência de leitores de tela.

Quando gráficos, diagramas ou outros elementos visuais carregarem informação indispensável, o conteúdo essencial deverá ser disponibilizado também de maneira compreensível fora da representação puramente visual, quando necessário.

7. Links, botões e formulários

Links devem indicar de forma compreensível seu destino ou finalidade dentro do contexto. Botões devem utilizar nomes acessíveis coerentes com a ação executada.

Campos de formulário devem possuir rótulos identificáveis, instruções quando necessárias e mensagens de erro que auxiliem o usuário a compreender e corrigir o problema. Informações importantes não deverão depender exclusivamente de cor.

8. Conteúdo médico compreensível

Acessibilidade também envolve compreensão. O Instituto Green busca apresentar informações médicas em linguagem clara, preservando a precisão necessária e explicando termos técnicos quando isso contribuir para a compreensão do paciente.

A simplificação de linguagem não deve eliminar ressalvas clínicas relevantes nem transformar informação geral em recomendação individual.

9. Vídeos, áudio e mídia

Quando o site publicar conteúdo audiovisual relevante, deverão ser consideradas alternativas de acesso compatíveis com o formato, como legendas, transcrições ou descrição das informações essenciais, conforme aplicável.

Recursos de mídia não deverão iniciar áudio de forma inesperada quando isso puder prejudicar navegação, compreensão ou utilização de tecnologias assistivas.

10. Dispositivos móveis e responsividade

O site deverá ser projetado para adaptação a diferentes larguras de tela, incluindo smartphones e tablets. Controles de interação devem considerar área de toque, espaçamento e leitura em telas menores.

A versão móvel não deverá eliminar informações essenciais apenas para reduzir a interface.

11. Recursos e conteúdos de terceiros

Alguns recursos podem depender de serviços externos, como mapas, vídeos, plataformas de comunicação ou agendamento. O Instituto Green pode não controlar integralmente a acessibilidade desses ambientes.

Quando uma barreira relevante decorrer de serviço de terceiro, serão avaliadas alternativas razoáveis dentro das possibilidades técnicas e operacionais do Instituto Green.

12. Testes e melhoria contínua

Acessibilidade digital exige manutenção. Alterações de layout, novos componentes, plugins, formulários e conteúdos podem introduzir barreiras mesmo em páginas anteriormente adequadas.

Por isso, o site deverá ser submetido a verificações técnicas e funcionais ao longo de sua evolução. Ferramentas automatizadas podem apoiar a identificação de problemas, mas não substituem integralmente avaliação humana e testes de interação.

13. Comunicação de barreiras de acessibilidade

Se o usuário encontrar conteúdo que não consiga acessar, controle que não consiga operar, problema de contraste, ausência de descrição, dificuldade de navegação ou outra barreira digital, poderá comunicar o Instituto Green.

Para facilitar a análise, é útil informar a página onde ocorreu o problema, uma breve descrição da barreira, dispositivo ou navegador utilizado e, quando pertinente, a tecnologia assistiva utilizada.

Canal de acessibilidade: [E-MAIL INSTITUCIONAL / CANAL DE ACESSIBILIDADE]

14. Relação com privacidade

Pedidos relacionados a dados pessoais devem seguir a Política de Privacidade e Proteção de Dados. O envio de uma comunicação sobre acessibilidade não exige que o usuário forneça dados de saúde ou outras informações pessoais além das necessárias para compreensão e resposta à solicitação.

15. Atualizações desta política

Esta política poderá ser atualizada à medida que o site evoluir, novas funcionalidades forem incorporadas ou requisitos técnicos e legais forem modificados. A data da versão vigente permanecerá visível nesta página.

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