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Política Editorial e de Revisão Médica | Instituto Green

Instituto Green · Transparência Editorial

Política Editorial e de Revisão Médica

Esta política estabelece como o Instituto Green produz, identifica, revisa, referencia, atualiza e corrige os conteúdos médicos e educativos publicados em seu site.

Última atualização: 25 de setembro de 2026

Princípio editorial. O conteúdo de saúde publicado pelo Instituto Green deve ser útil ao paciente, tecnicamente responsável, identificável quanto à autoria e temporalmente rastreável. Conteúdo educativo não substitui avaliação médica individual, diagnóstico ou prescrição.

1. Objetivo desta política

O Instituto Green publica conteúdos institucionais, artigos, guias e respostas a dúvidas frequentes relacionados às áreas médicas apresentadas em seu site. Esta política define critérios para separar produção editorial, responsabilidade médica e trabalho técnico de publicação e estruturação digital.

Seu objetivo é tornar verificável quem responde pelo conteúdo médico, quando ele foi publicado ou revisado, quais fontes sustentam afirmações relevantes e como eventuais correções são realizadas.

2. Responsabilidade pelo conteúdo médico

A responsabilidade clínica e científica de um conteúdo deve ser atribuída ao médico que efetivamente o escreveu, revisou ou aprovou. A identificação de autoria ou revisão não será utilizada apenas como elemento decorativo de autoridade.

Dr. Luiz Henrique Bastos Capaverde
CRM-RS 36920
RQE 30614 — Cirurgia Geral
RQE 38671 — Cirurgia do Aparelho Digestivo
RQE 40717 — Cirurgia Bariátrica

Quando outro profissional participar da produção ou revisão, sua identificação e função editorial deverão ser apresentadas de acordo com sua participação real e suas credenciais aplicáveis.

3. Autoria e revisão médica

Os artigos devem indicar, sempre que aplicável, o nome do autor médico e/ou do profissional responsável pela revisão médica. A página deverá diferenciar claramente “escrito por”, “revisado por” e demais formas de participação, evitando atribuir autoria a quem não produziu o conteúdo.

Conteúdos produzidos com apoio editorial, técnico ou de redação somente serão apresentados como conteúdo médico do profissional após a revisão ou aprovação correspondente, quando necessária.

4. Critérios para fontes e evidências

Afirmações médicas relevantes devem, quando apropriado ao tipo de conteúdo, apoiar-se em fontes tecnicamente adequadas ao tema. Podem ser utilizadas diretrizes profissionais, documentos de autoridades sanitárias, legislação e normas aplicáveis, consensos, revisões, artigos científicos e outras referências reconhecidas.

A seleção de uma fonte deve considerar sua pertinência à afirmação apresentada, atualidade quando relevante, origem, metodologia e nível de evidência. A presença de uma referência não transforma automaticamente uma afirmação em consenso científico.

5. Como as fontes devem aparecer

Quando um artigo depender de fontes externas para sustentar informações relevantes, as referências devem ser apresentadas de modo suficientemente identificável para permitir sua verificação. Sempre que possível, serão informados autor ou instituição, título ou documento, ano e ligação para a fonte primária ou oficial.

O Instituto Green priorizará, quando adequado, a fonte original em vez de páginas que apenas reproduzem ou resumem a informação.

6. Data de publicação e atualização

Os conteúdos editoriais devem apresentar data de publicação. Quando uma revisão alterar materialmente informações clínicas, evidências, recomendações, normas, dados ou explicações relevantes, a data de atualização deverá ser registrada de forma visível.

Uma alteração exclusivamente estética, tipográfica ou técnica que não modifique o significado do conteúdo não deve ser apresentada como atualização médica substancial.

7. Revisão periódica

Não se presume que todo conteúdo médico permaneça atual indefinidamente. Artigos poderão ser reavaliados diante de novas evidências, mudanças regulatórias, atualização de diretrizes, identificação de erro ou alteração relevante na prática abordada.

A periodicidade poderá variar conforme o tema e o risco de desatualização. Conteúdos com maior impacto potencial sobre decisões de saúde merecem atenção editorial proporcional à sua sensibilidade.

8. Correções e alterações relevantes

Erros factuais ou médicos confirmados devem ser corrigidos. Quando a alteração modificar de maneira relevante a interpretação do conteúdo, o Instituto Green poderá registrar a atualização para preservar transparência editorial.

Correções não devem ser utilizadas para apagar silenciosamente histórico relevante quando a natureza da alteração justificar informação ao leitor. Ajustes meramente ortográficos ou de apresentação podem ser realizados sem nota editorial específica.

9. Conteúdo educativo não é consulta médica

Os materiais publicados apresentam informações gerais e não substituem consulta médica. Um artigo não possui acesso ao histórico clínico completo, exame físico, exames complementares, comorbidades, medicamentos, riscos individuais ou preferências do paciente necessários à decisão clínica.

Por isso, textos sobre indicação cirúrgica, técnicas, recuperação, riscos ou benefícios não devem ser interpretados como indicação individual ou garantia de resultado.

10. Linguagem, clareza e limites

O Instituto Green busca explicar temas médicos em linguagem compreensível sem eliminar ressalvas clinicamente relevantes. Simplificação editorial não deve transformar incerteza em certeza, associação em causalidade ou possibilidade em promessa.

Quando houver controvérsia científica relevante ou dependência de avaliação individual, o conteúdo deverá evitar conclusões absolutas que não sejam sustentadas pelas evidências apresentadas.

11. Conteúdo comercial e conflitos de interesse

Informação médica não deve ocultar publicidade, patrocínio ou relação comercial relevante. Caso um conteúdo possua patrocínio, parceria ou outro vínculo que possa ser pertinente à interpretação do leitor, essa condição deverá ser identificada de forma adequada.

O conteúdo editorial não deve prometer resultados nem utilizar evidência científica de forma seletiva para criar uma conclusão clínica que a própria fonte não sustente.

12. Imagens, casos e informações de pacientes

O uso de informações, imagens ou relatos relacionados a pacientes deverá respeitar privacidade, sigilo profissional, proteção de dados e as normas éticas aplicáveis. A existência de material clínico não autoriza automaticamente sua publicação.

Quando houver divulgação permitida de conteúdo dessa natureza, deverão ser observados os requisitos específicos aplicáveis ao caso concreto.

13. Inteligência artificial e apoio tecnológico

Ferramentas digitais ou de inteligência artificial podem ser utilizadas como apoio operacional, de pesquisa, organização ou produção editorial, desde que seu uso não substitua a responsabilidade humana necessária sobre informações médicas publicadas.

Conteúdo médico não deve ser apresentado como revisado por profissional quando não houver revisão real. Informações geradas ou auxiliadas por sistemas automatizados devem ser verificadas antes da publicação quando puderem afetar a precisão clínica do material.

14. SEO, GEO e dados estruturados

A otimização para mecanismos de busca, sistemas generativos e dados estruturados organiza a descoberta e a interpretação técnica das páginas, mas não determina a conclusão médica do conteúdo. Títulos, marcação Schema, links internos, metadados e estrutura semântica devem representar o conteúdo visível e as credenciais reais, sem criar especialidades, qualificações, avaliações ou afirmações inexistentes.

A estratégia de SEO, GEO e estruturação de dados Schema do site é conduzida por , profissional e pesquisador em GEO e IA aplicada à busca, em conjunto com a Negócio no Mapa. Essa atuação é técnica e editorial-digital e não transfere responsabilidade por decisões médicas, diagnóstico, indicação ou tratamento.

15. Dados estruturados e transparência de autoria

Quando utilizados, dados estruturados devem corresponder às informações efetivamente apresentadas na página. Marcações de autor, profissional, organização, artigo, revisão, data de publicação e atualização não devem contradizer o conteúdo visível.

O Instituto Green não utiliza Schema como substituto de informação editorial: dados essenciais sobre autoria, credenciais e datas devem permanecer compreensíveis também para o leitor.

16. Solicitação de correção

Leitores, pacientes, profissionais e instituições poderão comunicar possível erro factual, referência inadequada ou informação desatualizada pelo canal institucional. A solicitação deverá ser analisada antes de qualquer alteração.

Canal editorial: [E-MAIL INSTITUCIONAL / CANAL EDITORIAL]

17. Identificação institucional pendente

Os seguintes dados serão incorporados após confirmação documental:

Registro do Instituto Green perante o CRM-RS/CREMERS: [INSERIR REGISTRO DO ESTABELECIMENTO]
Diretor Técnico-Médico / Responsável Técnico: [INSERIR NOME]
CRM do Diretor Técnico-Médico: [INSERIR CRM]

18. Atualização desta política

Esta política poderá ser revista em razão de mudanças editoriais, científicas, regulatórias ou tecnológicas. A versão vigente deverá permanecer identificada por sua data de atualização.

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